Cristo está na sua vida?...

Guardai-vos dos falsos profetas, que vêm a vós disfarçados em ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores... Mateus 7:15

Somos seguidores de Cristo, não de homens - Gálatas 1:10        

Domingo, 27 de Fevereiro de 2005

- Grande é a misericordia de Jeová


Grande é a
misericórdia de Jeová


Qual o alcance da misericórdia de
Jeová, e como podemos obtê-la?



Para encontrar a resposta a estas perguntas examine mais de perto um exemplo
bíblico onde Deus demonstrou sua grandiosa misericórdia.



Estou falando de Manassés, rei de Judá, filho do rei Ezequias.



Leia em sua bíblia, 2 Crónicas 33:2,6 e 9




2

E ele passou a fazer o que era mau aos olhos de Jeová, segundo as coisas
detestáveis das nações que Jeová tinha desalojado de diante dos filhos de
Israel.

6
E ele mesmo fez os seus próprios filhos passar pelo fogo no vale do
filho de Hinom, e praticou a magia, e fez uso da adivinhação, e praticou a
feitiçaria, e constituiu médiuns espíritas e prognosticadores profissionais
de eventos. Fez em grande escala o que era mau aos olhos de Jeová para o
ofender. 9 E Manassés continuou a seduzir Judá e os habitantes de
Jerusalém para fazerem pior do que as nações que Jeová aniquilara de diante
dos filhos de Israel.




Notou o versículo


9 E Manassés continuou a seduzir Judá e os habitantes de Jerusalém
para fazerem pior do que as nações que Jeová aniquilara de diante dos filhos
de Israel.

 Reparou?, Manassés conseguia ser
pior do que as nações que Jeová aniquilara de diante dos filhos de Israel.



Como consequência Jeová permitiu que ele e seu povo fossem levados cativos
por Babilónia.



Lembra ainda o tema deste artigo? - " Grande é a misericórdia de Jeová".



No entanto como podia alguém tão iníquo obter a misericórdia de Jeová?, sem
duvida está pensando que seria impossível, pois Deus não tolera iniquidade.



De facto não a tolera, mas aconteceram mudanças no comportamento de Manassés
que permitiram que Deus pudesse estender sua misericórdia sobre ele,
Verifique o que causou tal mudança em 2 Crónicas 33:12,13.




1
2
E assim que isto lhe causou aflição, abrandou a face de Jeová, seu Deus, e
continuou a humilhar-se grandemente por causa do Deus de seus antepassados.
13 E orava a Ele, de modo que se deixou suplicar por ele e ouviu seu
pedido de favor, e restaurou-o a Jerusalém ao seu reinado; e Manassés veio a
saber que Jeová é o [verdadeiro] Deus.



Tal arrependimento não se baseou só em
orações como testemunha o versículo

15
E passou a remover da casa de Jeová os deuses estrangeiros e o ídolo, bem
como todos os altares que tinha construído no monte da casa de Jeová e em
Jerusalém, e então os fez lançar fora da cidade.





Da mesma forma enquanto cristãos se acaso fizemos algo detestável aos olhos
de Deus, não devemos desanimar, devemos nos dirigir a Ele em oração e mudar
nosso proceder e poderemos ter plena certeza de que se nosso arrependimento
for genuíno e nos esforçarmos no nosso máximo para mudar nosso proceder,
Jeová estará disposto a estender sua grandiosa misericórdia sobre nós e nos
perdoará.

 


Miguel Roque


 


Liberdade Cristã editou às 15:27
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Domingo, 20 de Fevereiro de 2005

- Pedro e seu machado



Pedro
e seu machado






Pedro, um lenhador, após um grande trabalho em uma área de desmatamento, se
viu desempregado. Após tanto tempo cortando árvores, entrou no corte!



A madeireira precisou reduzir custos...



Saiu, então, à procura de nova oportunidade de trabalho. Seu tipo físico,
porém, muito franzino, fugia completamente do biótipo de um lenhador.



Além disso, o machado que carregava era desproporcional ao seu tamanho.



Aqueles que conheciam Pedro, entretanto, julgavam-no um óptimo profissional.



Em suas andanças, Pedro chegou a uma área reflorestada que estava começando
a ser desmatada. Apresentou-se ao capataz da madeireira como um lenhador
experiente.

E ele o era! O capataz, após um breve olhar ao tipo miúdo do Pedro e, com
aquele semblante de seleccionador implacável, foi dizendo que precisava de
pessoas capazes de derrubar grandes árvores, e não de "catadores de
gravetos".

Pedro, necessitando do emprego, insistiu. Pediu que lhe fosse dada uma
oportunidade para demonstrar sua capacidade. Afinal, ele era um profissional
experiente!

Com relutância, o capataz resolveu levar Pedro à área de desmatamento.



E só fez isso pensando que Pedro fosse servir de chacota aos demais
lenhadores. Afinal, ele era um fracote...



Sob os olhares dos demais lenhadores, Pedro se postou frente a uma árvore de
grande porte e, com o grito de "madeira", deu uma machadada tão violenta que
a árvore caiu logo no primeiro golpe. Todos ficaram atónitos! Como era
possível tão grande habilidade e que força descomunal era essa, que
conseguira derrubar aquela grande árvore numa só machadada?

Logicamente, Pedro foi admitido na madeireira.



Seu trabalho era elogiado por todos, principalmente pelo patrão, que via em
Pedro uma fonte adicional de receita.



O tempo foi passando e, gradativamente, Pedro foi reduzindo a quantidade de
árvores que derrubava. O fato era incompreensível, uma vez que Pedro estava
se esforçando cada vez mais. Um dia, Pedro se nivelou aos demais.



Dias depois, encontrava-se entre os lenhadores que menos produziam...



O capataz que, apesar da sua rudeza, era um homem vivido, chamou Pedro e o
questionou sobre o que estava ocorrendo. "Não sei", respondeu Pedro, "nunca
me esforcei tanto e, apesar disso, minha produção está decaindo".



O capataz pediu, então, que Pedro lhe mostrasse o seu machado.



Quando o recebeu, notando que ele estava cheio de "dentes" e sem o "fio de
corte", perguntou ao Pedro: "Por que você não afiou o machado?".

Pedro, surpreso, respondeu que estava trabalhando muito e por isso não tinha
tido tempo de afiar a sua ferramenta de trabalho. O capataz ordenou que
Pedro ficasse no acampamento e amolasse seu machado. Só depois disso ele
poderia voltar ao trabalho. Pedro fez o que lhe foi mandado.



Quando retornou à floresta, percebeu que tinha voltado à forma antiga: conseguia derrubar as árvores com uma só machadada.



A lição que Pedro recebeu cai como uma luva sobre muitos de nós -
preocupados em executar nosso trabalho ou, pior ainda, julgando que já
sabemos tudo o que é preciso, deixamos de "amolar o nosso machado", ou seja,
deixamos de actualizar nossos conhecimentos. Sem saber por que, vamos
perdendo posições em nossas empresas ou nos deixando superar pelos outros.

Em outras palavras, perdemos a nossa potencialidade.



Muitos avaliam a experiência que possuem pelos anos em que se dedicam àquilo
que fazem. Se isso fosse verdade, aquele funcionário que aprendeu, em 15
minutos, a carimbar os documentos que lhe chegam às mãos, depois de 10 anos
na mesma actividade poderia dizer que tem 10 anos de experiência. Na
realidade, tem 15 minutos de experiência repetida durante muitos anos.



A experiência não é a repetição monótona do mesmo trabalho, e sim a busca
incessante de novas soluções, tendo coragem de correr riscos que possam
surgir.

É "perder tempo" para afiar o nosso machado.

 


Autor
Desconhecido


 



Liberdade Cristã editou às 21:59
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Domingo, 13 de Fevereiro de 2005

- Liberdade religiosa






 





Liberdade
religiosa




 




Conhecereis a verdade




 


 


 





Religião e fé ao longo dos tempos







Certo dia o
Senhor Jesus Cristo disse: Conhecereis a verdade e ela vos
libertará.



Que palavras animadoras para todos os que temos fé. Mas a
realidade é bem diferente, quer sejamos desta ou daquela
religião, podemos constatar que não somos livres.



1º) Não temos livre interpretação dos Livros Sagrados, pois tal
é feito pelos líderes religiosos armados em donos da
sabedoria... Pergunto eu: Não são eles humanos como nós? Não
temos nós fé como eles? Assim sendo porque podem eles
interpretar as escrituras sagradas e nós não???



2º) Se acaso abandonamos uma certa religião somos acusados em
primeiro lugar de abandonar a Deus - o que que nem sempre é
verdade. E em piores situações até somos acusados de apóstatas,
hereges, etc, etc, se acaso tivermos a ousadia de demonstrar
publicamente crenças contrárias às ensinadas pela religião da
qual saímos.



Quão diferente estas situações estão do que Jesus prometeu, pois
ele também disse: que só tinhamos um líder (Ele). Perante isto,
com que direitos os "donos" das religiões do mundo se armam em
líderes e donos da nossa fé?



Falei da liberdade que não há dentro dos grupos religiosos, mas
que dizer do direito de ser desta ou daquela religião perante
governos políticos que restringem liberdades do povo como o caso
das ditaduras. Têm estes homens o direito de nos roubar a
liberdade de exercermos a fé que aceitamos?



Infelizmente estas são situações em que a liberdade é mais uma
vez ameaçada. Penso que como indivíduos temos direito a termos
nossas crenças de livre e espontânea vontade, não pressionados
por poderes quer religiosos quer políticos.



Deus que é Deus nos deu livre arbítrio.





Miguel
Roque





 










 











 


Liberdade Cristã editou às 16:39
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Domingo, 6 de Fevereiro de 2005

- Ponto preto






 

" Ponto preto "





Pegue uma folha de papel e faça um ponto preto nela, bem no centro.

Mostre para as pessoas ao seu redor. O que elas geralmente vão dizer: "um ponto preto, isto que estou vendo". Poucas pessoas irão dizer: "uma folha com uma enorme área branca e um minúsculo ponto preto". Quer admitamos ou não, a última explicação é a mais coerente com a realidade. Assim somos nós, condicionados a perceber e filtrar somente os destaques negativos da vida, quer sejam os nossos, quer da humanidade. Enxergarmos muitos pontos pretos, mas desconsideramos o mar branco que os cerca. Uma visão assim é uma visão não inteligente e não sóbria da vida.



Assim quando alguém nos fere, nos magoa, criamos um ponto preto, e este ponto anula tudo de bom que foi feito por nós e muitas vezes colocamos um ponto preto em nós mesmos. A vida se torna um duelo de tiro único, ou você acerta, ou você morre, ou nossos amigos, companheiros são perfeitos ou não podem ser. Esta abordagem nem pode se classificada de infantil, pois mesmo as crianças se agridem, choram, e logo estão brincando e rindo de novo (isto é fantástico, poderíamos aprender muito com elas), antes, este tipo de visão "tiro único" é míope, traz dor, principalmente para os que a praticam, e não são poucos.



Algumas pessoas ficam abaladas com tragédias humanas que vez por outras acontecem. Ninguém em plena saúde mental, social e espiritual, desejaria causar uma tragédia. Porém o facto de existirem terror na humanidade não significa que toda a humanidade seja terrorista. De 1000 pessoas que você conhece, quantas vc classificaria como tal? Eu particularmente, pessoalmente, nunca conheci um, a grande maioria da humanidade quer apenas viver, ter filhos, uma família, alguns mais, outros menos, porque se deveria considerar esta ampla maioria, como má por causa de actos de terror cometidos por pessoas com sérios problemas e absortas por uma atmosfera vingativa, punitiva e justiceira, uma vez que esta mesma atmosfera vai gerar ainda mais o facto gerador de seus problemas, ou seja a violência, o terror, a guerra, a morte e os traumas?



Se você se permite viver, se permite ser uma pessoa boa, porque não estende este privilégio aos seus semelhantes? Se vê em vc uma chama de verdade, de luz, porque os outros também não podem ser o mesmo? Se vc se sente oprimido, sem saída, o que faz você pensar que é o único(a), quando na verdade você é apenas mais um descobrindo os segredos da vida?



E quantos de nós não gostaríamos de ser julgados pela grande área branca de nossa personalidade? Porém quando julgamos a outros, será que lembramos desta mesma área? Porque concedemos a nós uma enormidade de desculpas ao passo que a desculpa aos outros é tão difícil? Sabe porque é difícil? Porque você não tem todos os factos, todos os problemas envolvidos, muitas coisas você ignora, outras não tem tanto peso, porém com você é diferente: você conhece a maioria dos detalhes de sua vida, logo o julgamento que você faz é muito mais ameno, muito mais "justo". Toda esta cadeia de julgamentos imprecisos causam uma enormidade de dores e sofrimentos, é a grande "maldade" que ronda a humanidade através dos séculos.



Cristo nos deixou uma coisa que dá o que pensar: "Não julgueis, para não serdes julgados", "não julgueis e 'de modo algum' sereis julgados".



Dê valor ao que há de bom nas pessoas, você verá que em pouco tempo, estará descobrindo muitas coisas boas em você mesmo.





Atenciosamente

Maurilio










Liberdade Cristã editou às 10:37
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